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terça-feira, 20 de abril de 2010

história dos desbravadores2

NÓS SOMOS OS DESBRAVADORES
História dos Desbravadores no Mundo

Em 1919 Arthur Spalding, editor do Wathman Magazine, começou um clube de Escoteiro Missionários, em seu lar na cidade de Medisson - Tenessee , EUA. A idéia começou com seu filho que acampou com alguns escoteiros. Arthur estudou a organização, formulou novas diretrizes compatíveis com os objetivos espirituais da Igreja e criou o seu clube. O clube de Arthur fazia excursões de fim de semana, trabalhos manuais, e seguimento de pista. Os Escoteiros Missionários desenvolveram ideais que foram fundamentais para o atual Clube dos Desbravadores (entre estes o Voto, a Lei e o Lema, que foram redigidos em 1921).

A Associação Geral adotou os nomes de Amigo, Companheiro e Camarada para as primeiras Classes J.A. (antiga Classes Progressivas), na Sessão de Primavera realizado em São Francisco, 1922, (inicialmente como um programa para jovens.).

C. Lester Bond secretário do Depto. De Jovens da Associação Geral preparou as primeiras especialidades em 1928, quando já havia 1075 Desbravadores ( Dados de 1927).

Em 1930, em Santa Ana, surgiu um Clube para juvenis sob a liderança do Dr. Theron Johnston. As reuniões eram realizadas no porão de sua casa, e as primeiras instruções fora técnicas de Rádio e Eletrônica. Sua filha Maurine, que o tinha ajudado com o rádio, protestou quando não lha foi permitido participar do clube. Como resultado sua mãe iniciou outro Clube para meninas, que se reunião no sótão. Os Clubes de Maurine e Jhoston se reunia uma vez por mês em conjunto e iam acampar. Utilizavam-se os requisitos para os jovens das Classes Progressivas. Como uniforme tinha apenas ema camisa especial. É difícil saber como tal programa podia ser tão combatido.

O Clube de Johnston usou o nome de Desbravadores escolhido por Mckin, seu assessor. Não temos certeza de onde ele obteve esta inspiração, embora suponha-se que a idéia tenha surgido após o primeiro acampamento da Associação do Sudeste da Califórnia em 1928, onde um dos oficiais da Associação contou-lhes a história de John Fremont, um explorador americano, ao qual se referiu como desbravador. Depois ao ser formado a Clube, Mckin pode ter se lembrado disto. Outras fontes atribuem o nome ao local do primeiro acampamento conduzido pelo Pr. John Hancock em 1946, Pathfinders Camp (Campo dos Desbravadores).

Outro evento importante de 1930, que preparou o terreno para o rápido crescimento do Clube dos Desbravadores depois que estes foram realizados, foi o acampamento de Wawona no parque de Yosemite, onde 40 diretores de jovens foram capacitados para a liderança dos chamados acampamentos culturais, com um programa amplo, que incluía Pioneiria, trabalhos manuais, estudos da natureza, caminhadas e excursões com equipamentos para pernoite, programa ao pé da fogueira, e demais instruções do que hoje é conhecido como Classe J.A., tudo isso sobre um fundo de idealismo religioso, lealdade denominacional e civismo.

Também em 1930 foram estabelecidas as Classes Preliminares, atualmente usados pelos aventureiros. No início alguns Clubes não recebiam o apoio das igrejas sendo que alguns foram até fechados sob ameaça de exclusão, (um deles foi o Dr. Johnston). Apesar disso a idéia permanecia, e alguns Clubes prosperaram.

Entre 1931 e 1940 outras associações aderiram ao programa. Na União Norte do Pacífico L. A. Skinner funda o Clube Locomotivas (Traiblazers). Em 1935 iniciam-se os acampamentos de jovens. O primeiro manual em português destes acampantes culturais foi editado em 1947. Inicialmente os membros usavam uniforme verde-floresta, o que o ajudou na identificação do Clube com a Natureza. O objetivo do uso do uniforme era a identificação como grupo ao saírem a partilhar sua fé. Outros objetivos eram manter o moral entre o membros, dando-lhes a consciência de pertencer a uma organização importante e também o uso do mesmo em cerimônias como investiduras, desfiles, etc. O uniforme verde embora ainda utilizado em outros países, foi trocado por uniforme cáqui no Brasil, depois que um jovem líder de desbravadores usando a calça verde do uniforme foi confundido comum terrorista disfarçado, e preso, na década de 70. No início desta mudança o uniforme mantinha a cor verde-floresta, depois unificou-se a cor para ambos os sexos.

Em 1946, o secretário J. A. da Associação do Sudeste da Califórnia, Pr. John Hancock, depois Líder Mundial, desenhou o emblema do Clube de Desbravadores, incorporando idéias do Clube Locomotivas. Os três lados do emblema representam o desenvolvimento Físico, Mental e Espiritual dos membros do Clube. A espada representa o Espírito Santo, o Escudo da fé. Juntos objetivando indicar que o Clube de Desbravadores é uma organização espiritual, relacionado a igreja.

Ainda neste período teve o início do primeiro Clube patrocinado pela Associação de Riverside, Califórnia. O jovem estudante universitário chamado Francis Hunt foi eleito pela igreja como diretor, para iniciar o clube com cerca de 35 membros.

Em 1947 a Associação Geral solicita a União Norte do Pacífico, elaboração de normas e planos para a transformação do Clube de Desbravadores para um programa Mundial. Esta planificação foi desenvolvida pelo Pr. J. R. Nelson, que era na época Diretor da União.

Lawrence Paulson, diretor do Clube de Glendale - EUA, escreveu os primeiros manuais.

Em 1948, Henry Berg projetou a bandeira dos Desbravadores, e em 1952 compôs o hino dos Desbravadores.

O Clube de Desbravadores embora já existisse, ainda não havia sido oficializado, fato que ocorreu em 1950, tendo o Departamento de Jovens da Associação Geral adotado oficialmente o CLUBE DE JOVENS MISSIONÁRIOS VOLUNTÁRIOS como programa mundial.

O primeiro Camporée dos Desbravadores ocorreu de 7 a 9 de Maio de 1954, em Idlewild na Califórnia (dados de 1953 indicavam a existência de 29.679 desbravadores).

O dia dos Desbravadores começou a ser comemorado em 1957, inicialmente designado para o 3º ou 4º Sábado de Setembro (Atualmente comemoramos em Abril). O primeiro brasileiro a usar uniforme foi o Pr. Cláudio Belz, que esteve nos EUA, por volta de 1960, onde conheceu o Clube, gostou da novidade, mandou fazer uniforme e o usava ao voltar para o Brasil enquanto tentava iniciar a organização de um Clube no Rio de Janeiro, na Igreja do Méier. Este uso de uniforme não pastoral foi bem recebido, no início por alguns membros.

O primeiro Clube oficial na América do Sul foi o Clube Conquistadores de La Iglesia, da Igreja de Miraflores no Peru, inaugurado oficialmente por um Pastor, em 1961 que na semana seguinte esteve em Ribeirão Preto, inaugurando o primeiro Clube Brasileiro, que fora organizado pelo Pr. Wilson Sarli, sendo seu primeiro diretor Edgar Tursílio. Na outra semana, este mesmo Pastor esteve no Rio de Janeiro oficializando o Clube organizado pelo Pr. Cláudio Belz. Logo a seguir organizou-se o Clube de Desbravadores da Igreja do Capão Redondo, tendo como seu diretor o Pr. Joel Sarli.

Atualmente o Clube de Desbravadores é um dos Departamentos fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e tem como objetivo principal prover atividades educacionais-recreativas aos membros da igreja e da comunidade.



Estamos presentes em mais de 140 países, em aproximadamente 90.000 clubes e quase dois milhões de participantes. Somos uma grande família mantida pela organização mundial dos Adventistas.

Os Desbravadores tem entre 10 e 15 anos, já os aventureiros tem entre 6 e nove anos, pertencemos a diferentes classes sociais, raças ou religiões, mas temos os mesmos princípios e interesses. Cremos que a Bíblia é a palavra de Deus, que seus ensinamentos nos apresentam a verdadeira qualidade de vida e nos ensinam o serviço aos outros. Por isso, procuramos ajudar a todos os que passam por carências físicas ou emocionais, ao mesmo tempo que nos afastamos dos hábitos que fazem mal à saúde ou à família.

Trabalhamos em equipe, somos úteis a comunidade. Prestamos socorros em desastres naturais, participamos ativamente de campanhas comunitárias de ajuda aos carentes. Amamos a Deus e a Pátria.

Nosso clube se reúne a cada domingo, desenvolvendo atividades que nos ajudam a estar bem preparados para enfrentar a vida, servir à comunidade e preservar a natureza. Nós vibramos com atividades ao ar livre, como acampamentos, caminhadas, e escaladas. Aprendemos, inclusive, a cozinhar em meio à natureza, fazendo fogo sem fósforo.

Usamos um uniforme com emblemas que representam nosso treinamento, e marchamos sob uma bandeira que simboliza tudo o que sonhamos: o ideal de desenvolvimento físico, mental e espiritual, com muita coragem, pureza e lealdade.

Nosso clube oferece idealismo, aventura e amizade do jeito que os jovens gostam. Não fazemos distinção de raça, crença ou classe social, mas somos uma organização internacional de jovens cristãos idealistas, sempre ao seu dispor.


A HISTÓRIA DOS DESBRAVADORES

O Surgimento da Idéia: O nome Desbravadores foi usado inicialmente por Theron Johnton em um programa de jovens na cidade de Sant’Ana, Califórnia, nos Estados Unidos. Isso aconteceu em 1930.
O Dr. Theron organizou um clube em sua casa, mas incompreendido pela sociedade da época, e sem apoio, a idéia foi abandonada.
A semente, porém, ficou plantada, e já começava a germinar. Em 1940, a Associação do Sudoeste da Califórnia chamou o seu acampamento de “Acampamento de Desbravadores Jovens Missionários Voluntários”. Nessa época surgiu um clube organizado pelo Pr. Skinner com o nome de “Locomotiva”.

O Desenvolvimento da Idéia: aconteceu a partir de 1946, pelo Pr. John Hancock.
Não foi difícil escolher um nome. Uma vez que o acampamento da Associação da Califórnia se chamava “Acampamento dos Desbravadores”, pareceu lógico chamar o nome do clube de “Clube dos Desbravadores Jovens Missionários Voluntários”.
O Pr. Hancock sentiu que o programa dos Desbravadores experimentado no acampamento de verão, seria mais eficiente se fizesse parte de um programa semanal.

A Organização: Em 1946, o próprio Pr. Hancock desenhou o emblema em forma de triângulo, que ainda é usado em todo o mundo.
Em 1947, a Associação Geral pediu à União do Pacífico para desenvolver a Organização do Clube de Desbravadores. O Pr. J. R. Nelson desenvolveu, então, a idéia dos Desbravadores em um plano unificado e bem organizado. Em seguida Lawrence Pauson escreveu os primeiros manuais de orientação
Em maio de 1949 Henry Berg, mesmo não sendo músico, compôs o Hino dos Desbravadores.

A Oficialização: Ocorreu em 1950, quando o Departamento de Jovens da Associação Geral adotou oficialmente o “Clube dos Desbravadores Jovens Missionários Voluntários” como um programa mundial. Em 1952 o hino dos Desbravadores foi oficializado e passou a fazer parte do programa. O primeiro Campori ocorreu pouco tempo depois, no ano de 1954, no sul da Califórnia.

O Surgimento no Brasil: No Brasil, em 1959 foram dadas as primeiras orientações sobre o clube de Desbravadores, através do Pr. Wilson Sarli. Na cidade de Ribeirão Preto e no Bairro do Capão Redondo, na capital Paulista, foram formados dois clubes no Brasil, ambos com o nome de “Pioneiros”. Ao mesmo tempo, em Santa Catarina, em Lageado Baixo, também surgia outro dos clubes pioneiros, coordenado pelo Pr. Henry Fayraben.
O hino dos Desbravadores teve sua letra traduzida e adaptada para o português, em seguida, por Isolina Waldvogel.

domingo, 28 de março de 2010

A HISTÓRIA DOS DESBRAVADORES

A HISTÓRIA DOS DESBRAVADORES

Filosofia

A Igreja Adventista do Sétimo Dia é comissionada a compreender a juventude e treiná-la para liderar e servir à comunidade.

O Clube de Desbravadores é uma atividade espiritual e recreativa da Igreja, designada aos jovens de 10 a 15 anos de idade. Os desbravadores apelam a esta idade devido ao seu programa de atividades que satisfaz às suas necessidades e interesses. Uma grande parte do programa do Clube de Desbravadores é montado ao redor da ação física. Isto porque os jovens de 10 a 15 anos de idade estão num estágio de desenvolvimento rápido. Estão cheios de ação, aventuras, desafios, grupos ativos e provê oportunidade para o desenvolvimento de novas atitudes e habilidades para produzirem crescimento pessoal, espírito de time ou comunitário, senso de lealdade, respeito para com Deus, Sua criação e sua Igreja.

Enquanto o Clube de Desbravadores existe primariamente para os juvenis, um de seus propósitos básicos é também ajuntar aos pais e os membros da Igreja através de um envolvimento com o Clube e seus membros. Assim, a chamada diferença de geração desaparece quando juntos cultural, trabalham e brincam, o jovem e o idoso numa experiência comum.

Relacionamentos significativos são forjados quando líderes e conselheiros se ajuntam com os Desbravadores a fim de compartilhar, edificar confiança e trabalhar juntos.

A total filosofia dos Desbravadores é constituída sobre a promessa de que “crianças aprendem melhor pelo exemplo do que por preceitos”. Ao verem o modelo espiritual e valores sociais dos líderes e pais, eles aspirarão desenvolver altos princípios morais, atitudes de amor e cuidado e determinação para sobressair em seus vários objetivos.

Os jovens aprendem mais efetivamente numa atmosfera positiva, feliz e segura. A atitude dos líderes do Clube é, portanto, um ingrediente vital em garantir o êxito e a efetividade neste ministério pela juventude. Uma falha em ouvir e compreender as necessidades dos jovens unicamente levantará barreiras ao real crescimento espiritual e desenvolvimento e pode semonstrar ser um fator que contribui em fazer a Igreja e sua missão sem atrativos para a juventude.

Objetivos

O Clube de Desbravadores tem um currículo de 6 classes que formam o coração do programa. Os seguintes objetivos podem ser alcançados à medida que os líderes de Clube propõem satisfazer o que segue:

1.| Ajudar os juvenis a compreender que são amados, cuidados e apreciados por Deus e sua Igreja. Os desbravadores são aceitos e confirmados quando começarem a apreciar o amor de Deus revelado através da Igreja e seu ministério e sentir a necessidade de mais comprometimento e envolvimento com seus programa.

2.| Encorajar os desbravadores a descobrirem o seu potencial dado por Deus e usar os seus dons e habilidades para preencherem as espectativas de Deus para com eles, e a parte que eles podem desempenhar no grande plano da Salvação.

3.| Inspirar os juvenis a dar uma expressão pessoal ao seu amor a Deus unindo-os em várias atividades de pesquisa.

4.| Fazer a prioridade número 1 de seu programa de clube a salvação pessoal de cada desbravador. A idade do desbravador é uma época em que muitas decisões são feitas que irão afetar as relações futuras da juventude e no desenvolvimento pessoal dele ou dela. O tempo áureo para descobrir e fazer um rrelacionamento com Deus parece estar ao redor dos 12 anos.

5.| Edificar na vida do desbravadore uma apreciação sadia e amor à criação de Deus pela satisfação de uma atividade ao ar livre (acampar, andar pela natureza, etc). Os desbravadores terão a experiência do senso de admiração e adoração ao observarem e explorarem a beleza, a majestade e o poder criativo na natureza. A adoração a Deus se tornará mais significativa.

6.| Ensinar habilidades específicas e passatempos prediletos aos desbravadores que farão a vida deles mais significativa e ocupará o seu tempo com empreendimentos mais úteis. O jovem experimentará satisfação e deleite quando usam suas mãos em fazer artigos úteis de madeira, plástico, aço, argila, feltro e lã, a medida que descobrem como as coisas são trabalhadas e feitas.

7.| Encorajar o desbravador a conservar um ajustamento físico. Esta é uma maneira importante para salvaguardar-se contra a doença e o enfado. Ensinar a criança a cuidar do seu corpo e estabelecer hábitos que proverão no futuro felicidade e utilidade.

8.| Dar oportunidade para o desenvolvimento de liderança encorajando os membros do Clube a trabalharem juntos e comparrtilharem em responsabilidade de liderança. Isto ensinar-lhes-ão as lições de obediência, disciplina, desenvoltura, patriotismo e processos de dinâmica de grupos.

9.| Procurar criar um desenvolvimento harmonioso da vida física, social intelectual do desbravador. O vigor da mente e do corpo, a criação de um espírito altruísta, a atenção para as atividades recreativas e culturais, poderão estimular ao crescimento pessoal e age como uma vazão para esta agitada energia a qual é tão frequentemente uma fonte destrutiva e perigosa para a pessoa jovem.

Referências
20. História de nossa igrejapág.27 21. idem 22. Apostila Orientação e Treinamento para Diretoria de Desbravadores. pág.27
(Ethel Johnston) e Ione Martin iniciaram outro para meninas no sótão. Os clubes reuniam-se mensalmente e iam acampar, usavam os requisitos das classes J.A e uma camisa especial como uniforme.31 Incompreendidos “pela Igreja da época e sem apoio, a idéia foi abandonada.”32
31. Idem 32. Nosso clube O que você precisa saber para ser um desbravador. Pág.8 33. Liderança Eficaz pág 7
34. História de Nossa Igreja. Pág.471 35. Liderança Eficaz]pág.27 36. Desbravadores – Uma Eterna Aventura. Editado por Ivay Araújo. Juazeiro do Norte – Ce.pág.2
37.[Liderança Eficaz] pág.28. Para muitos o Pr. Hancock é considerado o fundador do Clube de Desbravadores, embora preferimos considerá-lo o Organizador do Movimento. Para maiores detalhes consulte “A História dos Desbravadores’, de sua autoria, publicada pela União Central Brasileira (2000)”. 38.Apostila Orientação e Treinamento para Diretoria de Desbravadores. pág.29 39.Liderança Eficaz pág28
40. Apostila Orientação e Treinamento para Diretoria de Desbravadores. pág.29
41. Vídeo “Ela é Fonte de Esperança”, divulgado no III Campuri Sul-Americano (Adaptado) 42. Apostila Orientação e Treinamento para Diretorias de Desbravadores, pág.25
43. Aventuras ao Ar Livre – Guia para Desbravadores, pág. 183 44. Baseado nos livros A Chegada do Adventismo ao Brasil, de Michelson Borges págs. 161-164 (Casa Publicadora Brasileira 2000) e Aventuras ao Ar Livre págs. 183-184.
45. Idem, págs. 164-166
46.bidem págs. 166-172.
47. Ibidem pág. 170
48. Apostila Orientação e Treinamento para Diretoria de Desbravadores, pág. 29 49. Revista Adventista, fevereiro de 1985, págs. 18-22) 50. Revista Adventista, janeiro de 1986, pág. 27. 51. Revista Adventista, novembro de 88, pág. 40 e maio de 86, pág. 13.
52. Revista Adventista, junho de 1991, pág. 28. 53. Revista Adventista, agosto de 2002, pág. 36
54. Revista Adventista, maio de 2001, pág. 23.